segunda-feira, 28 de abril de 2025

Folclore

Atenção hó minha gente,

Que agora eu vou falar,

Através deste cordel,

Eu quero compartilhar,

O Folclore brasileiro,

De um jeito bem verdadeiro ,

Garanto que vai gostar!


O Folclore quer dizer,

Os costumes populares,

Pode ser lenda ou contos,

Músicas, comidas, falares,

Festas e adivinhações,

Provérbios e canções,

Trava línguas e ninares!


Temos a linda Sereia,

E o Saci Pererê,

O Negrinho do Pastoreio,

Também o Samba Lelê,

Lobisomem,Boi Tatá,

São histórias para contar,

E eu garanto a você!


Que não vou me apegar,

Nestas lindas história,

Pois você já sabe todas,

Porque tem boa memória,

Iremos nos aprofundar,

Nós provérbios popular,

E começaremos agora!


Eu digo e você completa,

Quero sua participação,

Quando se caça com gato,

É porque não tem um cão,

E a galinha enche o papo,

Comendo de grão em grão!


De vagar chega mais longe,

Responda agora minha gente,

Quando o cavalo é dado,

Não se deve olhar os dentes,

Está dado o recado,

Você é muito inteligente!


Melhor um pássaro na mão,

Do que dois pássaros voando,

Melhor um cachorro vivo,

Que um leão se acabando,

Se você já sabe disso,

É melhor e repassando!


Porque folclore acontece,

Quando você vai recontando,

A história de um pra outro,

E isso vai transformando,

Caindo no gosto do povo,

Vira folclore de novo,

E assim vai recriando!


Folclore é coisa do bem,

É divertido e legal,

Se eu esquecer de algo,

Você não me leve a mal,

Que na casa de ferreiro,

O espeto é sempre de pau!


Se você tem rabo de palha,

Não põe fogo no do vizinho,

Pois se a outros desejas mal,

O teu já vem no caminho,

Guarda bem a tua língua,

E esconde o teu rabinho!


Porque o gato escaldado,

Tem medo até de água fria,

Melhor plantar a bonança,

Pra não colher ventania,

Cada macaco no seu galho,

Pois eu agora me calo,

E você cria ou recria?


Eita que eu lembrei de outro,

Não posso me acomodar,

Porque não sou preguiçoso,

Eu gosto é de trabalhar,

Pois a cobra que não anda ,

Fica só na esperança,

Sapo não engolirá!


Se a esmola for grande,

O cego vai desconfiar,

Pois seguro morreu de velho,

Sem querer duvidar,

O desconfiado é vivo,

Isso eu digo e repito,

É melhor desconfiar!


Quero que você responda,

Favor não fique calado,

É melhor andar sozinho?

Ou mal acompanhado?

Andar sozinho não dá,

Você á de concordar,

É melhor alguém do lado!


Você já ouviu dizer,

Que uma mão lava a outra mão,

E e juntando -se as duas,

Com a água e o sabão,

Lavam o corpo todo,

É assim que diz o povo,

Em uma grande lição!


Me perdoe se este cordel,

Não saiu como esperei,

Mas aqui vou terminando,

E agradecendo a vocês,

Por escutarem meus versos,

E lembrem que em terra de cego,

Quem tem um olho é  rei!

segunda-feira, 28 de março de 2022

O Rio Jaboatão

      O Rio Jaboatão


É com grande estima,

E muita satisfação,

Que tracejo estes versos,

Fazendo uma apresentação,

Usando a sabedoria,

Falarei em poesia,

Sobre o Rio Jaboatão!


    Vindo da língua Tupi,

    Yapuatã era chamado,

    O rio que deu nome a cidade.

    É muito considerado,

    Rio Fortemente estrondoso,

    Por ser muito volumoso,

    Eis seu significado!


Lá no Engenho Pacas ,

Em Vitória de Santo Antão,

Está a linda nascente,

Desse grande gigantão,

Passa em Vitória e Moreno,

E depois corre sereno,

Em terras de Jaboatão!


    Setenta e cinco quilômetros,

    É sua extensão total,

    Ele começa estreito,

    E ao chegar no litoral,

    Suas larguras aumentam,

    Pois mais dois rios incrementam,

    As do seu manancial!


A sua área porém,

Em quilômetros quadrados,

É quatrocentos e quarenta e dois,

Assim está determinado,

E os dois rios a fluir,

São o Rio Dunas e Zumbi,

Afluentes respeitados!


    Agora eu te convido,

    Pra conhecer o gigante,

    Vamos percorrendo áreas,

    De paisagem exuberante,

    Em um intenso contraste,

    De beleza e maldade,

    Que se vê a cada instante!


Seguindo na direção sul,

É sútil a diferença,

Entre as praias marinha e fluvial,

A areia vai ficando densa,

Até se transformar em lama,

Eis uma grande façanha,

De natureza imensa!


    Ao subirmos pelo rio,

    Avistam os um manguezal,

    Que se estende por quilômetros,

    Com um jeito bem natural,

    Aproveitando as águas da maré,

    Ele se mantém de pé,

    É uma vista legal!


Aparentemente tranquilas,

E com pouca correnteza,

Correm as águas do rio,

Com serenidade e proeza,

Com suas margens pluviais,

Seguem plantas e animais,

E uma linda natureza!


    Também veremos restingas,

    Alternando-se com coqueiros,

    Lá na Ilha dos Amores,

    O que falo é verdadeiro,

    E lá no Canal Olho D'água,

    O tubarão cabeça-chata,

    Se reproduz no canteiro!


Temos a Ponte do Paiva,

Sobre o Rio Jaboatão,

Tudo isso é muito lindo,

Mas não tem só isso não,

Tem turismo de grandeza,

Mas afirmo de certeza,

Tem muita poluição!


    Durante todo percurso,

    Ele sofre agressão,

    Desde despejo de resíduos,

    A produtos de fertilização,

    Lixos,esgotos e descartáveis,

    Vem transformando a paisagem,

    Do nosso Rio Jaboatão!


Terminando o passeio,

Vamos vê-lo desaguar,

Junto com o Pirapama,

Se encontram com o mar,

Ali está sua foz,

E com ela uma voz ,

Que não se deixa calar!


    Pois no decorrer dos anos,

    Essa foz de estuário,

    Tem sofrido erosões,

    E também grandes impactos,

    De problemas ambientais,

    E muitas ações más,

    De um povo não educado!


Vou terminar por aqui,

Com os meus simples versos,

Tenho muito que falar,

Mas não dá tempo eu confesso,

E antes de terminar,

Quero agora implorar,

E ouça o que eu peço!


    Peço a todos os cidadãos,

    Que a esse cordel escutar,

    Não jogue lixo no rio,

    Pois só vai prejudicar,

    A paisagem fica feia,

    E sem falar na cheia,

    Que a cidade pode inundar!


Vamos logo preservar,

O Rio Yapuatã,

Deixando um lindo lugar,

Para as crianças de amanhã,

Tudo limpo é mais bonito,

Só jogue lixo no lixo,

E eu serei sua fã!


    Agora sim eu termino,

    Valeu sua atenção,

    Sei que você aprendeu,

    No mínimo uma lição,

    Sobre o Rio Forte Estrondoso,

    Calmo, sereno e maravilhoso

    Viva o RIO JABOATÃO!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Paulo Freire

 Despedida do Programa Paulo Freire



Alô, alô minha gente,

Alô, quem está por perto,

Alô também professores,

Que ensinam com afeto,

Este cordel é o relato,

De um verdadeiro retrato,

De quem foi analfabeto!


   Nasci em Amaraji,

   Aqui na Zona Rural,

   Nunca fui numa escola,

   E isso sempre me fez mal,

   Eu nem fazia meu nome,

   Isso doía esse homem,

   Em assinar com a digital!


Me sentia envergonhado,

Mas não deixei de sonhar,

E dizia antes de morrer,

Vou pra escola estudar,

Alguém zombava de mim,

E dizia: Sonhe assim,

Um dia você chega lá!



   E os anos foram passando,

   Comecei a envelhecer,

   Com o meu sonho dourado,

   De aprender lê e escrever,

   Eu disse: Deus, me ajude!

   Eu saí da juventude,

   Mas não desisto de vê!


Ver eu sentado num canto,

Com cadernos e canetas,

Sentir meu punho trabalhando,

Dessa vez fazendo letras,

E eu dizendo o nome delas,

Feliz olhando pra elas,

E dizendo: Ficaram bem feitas!


   Foi quando num belo dia,

   Eu estava em minha casa,

   Alguém chamou lá na porta,

   Era a professora Marta,

   Ela disse: Vamos estudar?

   Eu disse não posso pagar,

   Ela falou: é de graça!


Ai eu fiquei nervoso,

E quase não acreditei,

Ela disse: Vai ou não?

Daí eu disse: Irei,

Mas que negócio é esse?

Ela disse é o Paulo Freire,

Lhe dando voz e vez!


   Ela pegou meus documentos,

   Anotou e foi embora,

   Então eu fiquei pensando,

   Onde será a escola?

   E já fui me preparando,

   Os dias fui contando,

   Até que chegou a hora!


No dia 6 de dezembro,

Provável uma quarta feira,

Sentei pela primeira vez,

Naquela humilde cadeira,

Era 2017,

E eu um caba da peste,

Um aluno de primeira!


   Olhei para aquelas letras,

   Que a professora levou,

   Eu não sabia de uma,

   Mas ela me ensinou,

   Me ensinou com afeto,

   E agora do alfabeto,

   Eu já sou quase doutor!


Eu fui juntando as letras,

Do jeitinho que agente fala,

Daí saíram palavras,

Tais como bola e bala,

Aí fui escrevendo,

Daí a pouco fui lendo,

E agora ninguém me para!


   Aprendi fazer meu nome,

   Lindo como é,

   Já vou trocar meus documentos,

   E vou assinar com fé,

   Tô feliz que é uma beleza,

   E tenho toda certeza,

   Que meu sonho está de pé!


Agora é com você,

Professora Marta Lima,

Faça suas homenagens,

A quem merece estima,

E fale a quem perguntar,

Seu aluno onde está?

Em casa fazendo rimas.


   Obrigada meu educando,

   Só tenho que agradecer,

   A Deus pela sabedoria,

   Que Ele tem dado a você,

   E ao Programa Paulo Freires,

   Que desenvolve os saberes,

   Dos que querem aprender!


Foi uma ótima experiência,

Trabalhar alfabetizando,

Vendo as mentes se abrindo,

Qual flores desabrochando,

Vendo a leitura fluindo,

E vê -los alegres sorrindo,

Com sonhos realizados!


   Recebendo o apoio,

   Que é sempre fundamental,

   Da coordenação,

   Da GRE Regional,

   E a Edilene Nascimento,

   Vai os agradecimentos, 

   De todos em geral!


A coordenação local,

Maria da Conceição,

Vânia Moura que dedicou-se,

Com a maior perfeição,

No sítio e na cidade,

Mesmo com dificuldades,

Sempre nos deu a mão!


As alfabetizadoras,

Da turma de Amaraji,

Suzigleide, Lúcia e Zenilda,

Marta que estais a ouvir,

Maria de Jesus e Rosângela,

E também a Elisângela,

Que estão todas por aqui!



   Ainda temos Patricia,

   Tia Maura e Dora ,

   Maria Veronica, Ivaldete,

   Leila Lima professora,

   Que lá em Amaraji,

   Ensinaram sem desistir,

   Grandes alfabetizadoras!


Aqui termino estes versos,

Com o peito aliviado,

De saber que muitos sonhos,

Foram realizados,

Com papel simples e canetas,

Um jogo com 26 letras,

E alunos dedicados!


   Me despeço de vocês,

   Agradecendo a atenção,

   Deixando registrada,

   A minha satisfação,

   De ter alfabetizado,

   Agricultores e aposentados,

   Fazendo jus a educação!

   



Homenagem a Cidade de Escada PE

 Torrão Especial



Quero contar pra você,

Que vai ouvir os meus versos,

Que existe um torrão bendito,

Em meio ao grande universo,

Ele bem especial,

Terra de canavial,

De amor e de progresso!


Lugar de gente que faz,

O trabalho acontecer,

A educação construir,

A amizade florescer,

Digo com toda certeza,

Minha terra é uma princesa,

Que já, já tu vai saber!


Terra exuberante ,

É mesmo o meu lugar,

Tem engenhos, casarões,

Onde dá gosto habitar,

Tem também a cidade,

Onde reina a lealdade,

De um povo que sabe amar!


Cento e quarenta e sete anos,

Hoje faz minha amada,

E com orgulho no peito,

De alma limpa e lavada,

Nossa Escola Ministro,

Dá o seu glorioso grito,

Parabéns para Escada!!!!




terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Dia das mulheres

 Mulheres em todo lugar


Substantivo feminino,

Símbolo do amor,

Criada pra ser amada,

Perfumada como uma flor,

Dona do seu destino,

Seja chorando ou sorrindo,

Ela espalha dulçor!


Por muito tempo as mulheres,

Foram reprimidas e humilhadas,

Sofreram, passaram fome,

Foram mortas, maltratadas,

Não podiam ter profissão,

Seu destino era um fogão,

E ser uma dona de casa!


O tempo foi se passando,

E muita coisa mudou,

A mulher foi conquistando,

Pois para isso lutou,

O direito de estudar,

E de se candidatar,

Como qualquer eleitor!


Cursar uma faculdade,

Só com autorização,

Dos pais ou do marido,

Era uma opressão,

Em novecentos e setenta,

Assim o povo comenta,

Mudou a situação!


Pois as mulheres lutaram,

Para alcançar liberdade,

Contra toda opressão,

Da política e sociedade,

E assim foram conquistando,

E a cada dia alcançando,

Com os homens a igualdade!


É por isso que hoje temos,

Mulher em todo lugar,

Em casa lavando louça,

Nos ares a pilotar,

Tem mulheres cozinheiras,

Nós hospitais enfermeiras,

Mulher pra lá e pra cá!


Elas também são atletas,

Navegantes, motoristas,

Costureiras, pescadoras,

Mulheres extrativistas,

Tem também agricultoras,

Lindas e sedutoras,

E ainda dentistas!


Elas são executivas,

Secretárias e garis,

E até mulher maquinista,

Em Primavera eu já vi,

Pedreira, agrônoma, manicure,

Não tem ninguém que segure,

Uma mulher aprendiz!


Tem a mulher operária,

Também a policial,

Hoje se encontra mulher,

No campo judicial,

Mulher que pinta e borda,

Bem cedinho ela acorda,

Mulher é presencial!


Mulheres que trabalham,

Estão em todo lugar,

Seja em qualquer profissão,

Estão a se destacar,

E as mulheres professoras,

São grandes batalhadoras,

Que estão a ensinar!


Mulher é de tudo um pouco,

Esposa , mãe, dona casa,

Elas dão conta de tudo,

Mesmo estando cansadas,

Nem sempre reconhecidas,

Tem tantas esquecidas,

Sozinhas nesta jornada!


Mulheres são seres fortes,

Se engana quem diz que é fraco,

Pois dúvido que um homem,

Aguenta tanto sopapo,

De ter uma jornada dupla,

E mesmo depois da labuta,

Deixa um tempo para abraços!


Mas pensas que esqueci,

Que mulheres também se amam,

Se maquia se embeleza,

Pois elas são lindas damas,

Que exalam como flores,

Perfumadas de amores,

Ativas como chamas!


Cordel aos meus colegas de trabalho

 Um Tour no Espaço Rural



Meu nome é Marta Lima

Quero me apresentar,

Sou poeta nordestina,

Isso não posso negar,

O ar que respiro é rimas,

Desde que eu era menina,

Já vivia a rimar!


E hoje em uma viagem,

Destino a Educação,

Passei em Amaraji,

O meu bendito Torrão,

Pra   falar de uma gente,

Uma turma polivalente,

Que mora em meu coração!


Enfrentando desafios,

Essa equipe vai em frente,

Esteja chovendo muito,

Ou o sol esteja bem quente,

Na poeira das estradas,

Vão deixando suas marcas,

Marcas de gente prudente!


Começando em Devaneios,

Com a Cícera Rufina,

Sandra Brito professora,

Que é um doce de menina,

Dão um show de ensinamentos,

Com os merecimentos,

Recebam essa simples rima!


Vou passando em Tapuia,

Mesmo sem chegar lá,

E vejo uma grande mulher,

Com vontade de ensinar,

Dedicada e competente,

Super inteligente,

A Natália faz brilhar!


Chegando em Rinoceronte,

Encontrei Sandra e Paulo,

Palavras não encontrei,

No meu velho dicionário,

Que descrevessem essas pessoas,

Pois pense numa coisa boa,

Essas figuras de que falo!


Continuando a viagem ,

Passei em Raiz de Dentro,

Fiquei tão maravilhada,

Cheia de contentamentos,

Em ver Claudiceia ensinando,

Os saberes compartilhando,

Construindo conhecimentos!


Não Pensei que fosse perto,

Mas eu também cheguei,

E olhando da janela,

Muito me maravilhei,

Pois lá eu vi Joana Darc,

Trabalhando o Almanaque,

Em um tecido Xadrez!


Encontrei o amigo Carlos,

Lá em Riachão do Norte,

Para trabalhar ali,

Só sendo ele que é forte,

O cara sabe ensinar,

Por isso eu quero falar,

Seus alunos estão com sorte!


Quando falo em Sete Ranchos,

Nem um rancho encontrei,

Já cansada da viagem,

Numa escola eu entrei,

Achei Angela Cassimiro,

Mulher que eu admiro,

Gente boa que Deus fez!


Em Amora Grande,

Giselia ali estava,

Com sementes de carinho,

Nas crianças ela plantava,

Um pouco de cada saber,

Para a criança crescer,

Sabendo o que lhe agrada!


Falando em gente boa,

Não posso poderia deixar ir,

 Passar em Amorinha,

Para com eles falar e sorrir,

Dupla de professores,

Vocês são uns amores,

Edivan e Claudemir!


O cordel está extenso,

Mas eu não posso parar, 

Pois indo lá em Manhoso,

Vejam quem vou encontrar,

Raminha e Suely,

Outra vez eu vou sorrir,

E a estrada continuar!


Passando pelo Quaresma,

Quase em reta final,

Encontrei outra pessoa,

Da nossa equipe rural

A Iraci professora,

Uma mulher acolhedora,

Gente boa por sinal!

 

Lembrando que mais adiante,

Em Macaquinhos me espera,

Aquela amiga de fotos,

Que nunca esqueço dela,

Seja pra tomar café,

Ou para falar de fé,

Maria Marques Varella!


Vou agora em uma escola,

Que também tem seus encantos,

Os alunos são bem vindos,

E aprendem tanto quanto,

Pois a professora é fera,

Eu tiro o chapéu pra ela,

Maria José dos Santos!


Precisei de um Bom Conselho,

E pra lá me dirigi,

Gente, não acredito,

Nas coisas que ali eu vi,

Pois a Vandilene Lima 

Estava fazendo rimas,

E foi lá que eu aprendi!


Fui embora para Mulungu,

Terra boa exuberante,

Me encontrei com Aelson,

 E me senti confiante,

Por isso que lá estou,

Plantando o meu amor,

Nas terras de Prata Grande!


Para essa equipe ser assim,

Tão brilhante e trabalhadora,

Ela não anda sozinha,

Tem uma equipe gestora,

Por isso minha gratidão,

Com versos do coração,

Pra minha coordenadora!


Solange Bezerra é seu nome,

Gentileza é sua marca,

Competência é o seu trabalho,

Que faz com fé e com garra ,

Pra essa grande amiga,

Que por  Deus foi escolhida,

Vai o abraço de Marta!


Também traços essas linhas,

Agradecendo a Ana Mirtes,

Pelo carinho e apoio,

Também a querida Alice,

E a Edvaldo Antônio,

Esse grande fenômeno,

E pronto tudo eu já disse!


Obrigada por me ouvir,

Meus versinhos declamar,

Saíram do coração,

E aqui eu quis derramar,

Como se joga semente,

Eu semeio em sua mente,

Minha arte de rimar!









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